Amar, ansiar, desejar, ser feliz, reunir família, chorar, sorrir, compartilhar, comover-se,irar-se, desiludir-se, esperar, decepcionar-se, sonhar com dias melhores, ajudar ao próximo, orar ao Divino, emocionar-se, presentear, abraçar,dizer "eu te amo",relembrar dos que já se foram, ter saudade, brindar,ter fé,encerrar mais um ciclo, começar outro,
Dar "bom dia" ao gari, ter compaixão,amar incondicionalmente, perdoar, brincar de ser criança.
Isso tudo?
Todo dia...amigos, todo dia, sem marcas no calendário, sem obrigação, frequentemente, ardentemente...
Visões, insights, desejos, poemas, desabafos.Um pouco de tudo, mas do fundo da alma, do coração, da intuição, do sentimento.Catarse apenas...
23 de dezembro de 2011
14 de dezembro de 2011
Poetando
O poeta é um ser em si magicamente tecido de saudade, lamento silencioso.
O poeta canta chorando, sorri sem querer, move-se pelo desejo eterno de alegria intensa.
O poeta mansamente observa as manhãs cotidianas, sufoca sua saudade numa folha de papel, canta meditando dias melhores.
Fernanda Luz
O poeta canta chorando, sorri sem querer, move-se pelo desejo eterno de alegria intensa.
O poeta mansamente observa as manhãs cotidianas, sufoca sua saudade numa folha de papel, canta meditando dias melhores.
Fernanda Luz
3 de abril de 2010
Adiemus
Essa música é uma das minhas preferidas, a ouço como meu mantra pessoal.
Me dá força. saudades de muitas vidas, me eleva em toda energia feminina que tenho e que ainda vive dentro de mim.
Força de mulher, força da terra e dos melhores sentimentos que ainda nutro e mim e desejo passar às pessoas.
Me dá força. saudades de muitas vidas, me eleva em toda energia feminina que tenho e que ainda vive dentro de mim.
Força de mulher, força da terra e dos melhores sentimentos que ainda nutro e mim e desejo passar às pessoas.
31 de março de 2010
Bicho do mato
Se toda liberdade tem seu preço, eu pago pela minha ainda que doa.
Confesso que me cansei do ranço das trocas mútuas
Confesso meu desagrado aos que se deixam esquecer
Pois, se não estão ao meu lado, apenas lhes obedeço a ausência
Cansei de ter de explicar por que minha identidade me tatuou de solidão
Sou bicho do mato e como todo animal selvagem, não se deixa tocar
Como todo bicho arisco, o toque não me alcança.
Fui domada na violenta proposta do não ser
No apoio do claustro
Na auto defesa
No meu nicho, o inimigo não adentra mais
Ainda que ele prossiga envenenando minha presença
Pertenço à raça dos implacáveis na Justiça
Ignoro reviver traumas e feridas do passado
Sou animal absoluto
Meus gritos são ouvidos na planície
Devoro minha presa
Lambo meus beiços
Não divido minha caça
Sou o bicho da gruta
Sou apenas a metaformose da fera
Minha pele de onça está colada ao corpo
Fernanda Luz
19 de novembro de 2009
Resta qui
Há vezes em que amo apenas
Amo uma presença no passado
Amo uma saudade, amo,sem cobranças
Amo o momento em que me imaginei contigo
Amo a falta que me faz
Simplesmente assim
Encantada e liberta
Não me arrependo do que não fiz
Nem do que podia ter lhe dito
Em algum lugar me ouve, sei
Sei também que sua presença no meu silêncio não me assombra
E recebo tua visita de luz no meu coração
Assim, permaneces aqui
na certeza de que nos encontraremos, quem sabe
Num momentum sem relógios
Sem pressas para voltar
Fernanda Luz
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