3 de fevereiro de 2009

A Crise



"Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada, onde vendia cachorro-quente. Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Tinha problemas de visão, por isso não lia jornais.

Mas ele vendia cachorro-quente.

Colocava cartazes na estrada, fazendo propaganda da qualidade de seu produto. Ficava na beira da estrada e oferecia o seu produto em alta voz, e o povo comprava.

Lentamente foi aumentando as vendas e cada vez mais aumentava a compra de salsicha e de pão. Comprou um fogão industrial para melhor atender os fregueses. O negócio prosperava: o homem conseguiu até mesmo enviar seu filho para estudar na capital.

Certo dia, o filho, já formado, retornou para cuidar do pai e viu que as coisas não mudavam naquele lugar. Em casa, chegou logo dizendo ao pai: Você não ouve rádio! Nem lê jornais! Há uma crise no mundo. A situação na Europa é terrível e a do Brasil ainda pior. Tudo está indo para o vinagre.

O pai logo pôs-se a refletir: "Meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio e só pode estar com a razão." Então resolveu reduzir as compras de salsicha e de pão. Tirou os cartazes de propaganda e já não anunciava tão alto seu cachorro-quente, abatido que estava pela notícia da crise. As vendas foram caindo, caindo, caindo...

Então o pai finalmente disse ao filho:

- Você estava certo, meu filho. Nós certamente estamos vivendo uma grande crise."

(Autor desconhecido)

29 de janeiro de 2009

Amarras?


É essencial, nesta fase pela qual passam os humanos, que toda e qualquer energia do passado que ainda possa estar interferindo no presente, possa ser modificada. De forma que se possa caminhar livremente em busca do além.Aqui configuramos a carta do “Cavaleiro” do Baralho Cigano, solicitando a todos que “tomem suas rédeas” em busca do que mais desejam.
O nosso povo tem como costume seguir sempre em busca do que “está na frente”.Haverá intensa velocidade em suas realizações, desde que tenham seu “foco”.Não cabem mais ressentimentos e mágoas, pois caso adotem essas posturas, suas vidas se lançarão a um mar de atordoamento, como envolvidos num túnel obscuro, em uma espiral que os levará definitivamente à estagnação.Não haverá mais tempo suficiente para se ruminar, nem de repetir conceitos cristalizados.A Ação é esperada, ainda que algo não lhes tenha saído da maneira como desejam.Se os erros e demandas se lhes surgem novamente em seus caminhos, busquem analisar para sanar de vez o conflito.Para isso lhes são dados recursos vários, espirituais ou não, para que se libertem dessas amarras.Deixar-se “amarrar” significa não entender mecanismos diversos do inconsciente, ou mesmo de seu corpo físico.Recursos há, digo novamente, para almejarem essa verdadeira libertação.Basta agir no sentido da busca.
Caso se entreguem a essas “amarras” ou se deixem amarrar, o resultado pode ser desastroso para sua missão aqui onde se encontram.

30 de dezembro de 2008

Deixar para a próxima? será?

Coisas que acontecem, que chegam e se vão. Pessoas que surgem do nada, ou um nada que não existe necessariamente.Sincronicidade, como diria Yung. Se antes surgiam pessoas para te conhecer na rua, trombando em alguma esquina, hoje essas pessoas surgem no Orkut ou em qualquer meio de link internauta.Uma foto no Orkut e bastou para ele se encantar comigo.Claro que desejando ou não acaba-se ficando meio desconfiada com os benditos fakes, sei lá...Pois bem...mensagens de encantamento, de carinho foram trocadas durante algum tempo. Um cigano, ele.Logo em seguida um acidente de moto que o fez quebrar as duas pernas. A impossibiliudade da gente se ver. Eu não queria ir até lá com vergonha, e ele não podia se deslocar também...Mensagens contínuas...Uma cirurgia nas pernas e ele me desaparece, desaparece? É...desencarnou, faleceu, se foi...Um impacto, um susto, me abriu o chão, simplesmente.Fiquei sabendo de sua morte por sua prima e o cigano se foi, simplesmente sem nos vermos...Fazia planos de nos conhecermos...Pois é...
Uma simples lição depois da morte dele me veio, a de que o tempo não pára, que é pouco, Nosso medo nos isola, nos entorpece, nos ancora firmemnte na teimosia, na estagnação.Garganta chega a doer,o choro chegou para me aliviar, aliviou...
Por acaso ele veio? por acaso?
Não sei, não...
Mas aprendi com ele, com sua presença à distância...
Aprendi?
Preciso aprender, porque não quero uma lição mais dura do que essa,de ficar esperando e não agir por medo.
Um kalon encantado, mais próximo das estrelas.
Vamos deixar para a próxima, né?

5 de outubro de 2008

Memória

Poucos conhecem essas histórias que relato aqui e, claro, como podia-se imaginar, não que me chamem de louca...Me chamam para viver o meu presente que se extende no meu cotidiano.
Você mesmo, creio eu, nem teve acesso a estas informações e, mesmo que as tenha, quem sabe considere que estou vivendo um caso de obsessão ou de teimosia de minha parte.
Você, nesses meses, jamais me deu mostras de algum interesse por mim.Mesmo quando tive coragem e despreendimento de ir até sua cidade visitá-lo, Precisei criar motivos de sobra para ir te ver em seu trabalho, e assim foi, apenas te "vi" e, quando isso aconteceu, você demonstrou uma distância tamanha, chegando às raias do descaso.Fiquei ali te observando, sem sequer ter a oportunidade de conversar contigo, aquilo que tanto desejava.Fui até você com o desejo de me "aproximar", mas acredito que fico bem mais perto de você quando te vejo em minhas visões noturnas, diurnas, vespertinas...Sinto seu cheiro aqui, sinto sua presença.Não se trata de "coisa" da minha cabeça e nem de obsessão ou uma fuga da minha realidade que nem sempre tem sido fácil.
Temos "conversas" pelo telefone(sempre sou eu quem te ligo) e falamos de amenidades na maior parte das vezes.
Voltando ao dia em que fui até você...Ainda não pude entender a frieza com que me tratou. Acho que até mesmo um estranho me trataria bem melhor que você naquele dia...depois ainda ouvi de você que havia bolado um plano maquiavélico e de certa forma invadido seu espaço...
Saí dali magoada, guardando na guarganta uma intensa vontade de chorar pelo caminho.Sequer você me quis dar um abraço ou um beijo de despedida...
A partir dali, acreditava que te "esqueceria", pois havia tido provas de que, aqui nesta vida, você apenas me excluía, ou me ignorava.
Não entendo que mecanismos te fizeram me iludir em nossas conversas, aliás, entendo, sim...
Nós dois apenas nos idealizamos, quem sabe antecipando algo: um amor, um relacionamento.
Busquei em vários locais e em fontes de pesquisa o que te leva a não saber, absolutamente,manter um diálogo comigo, não sabe expor seus sentimentos. Que me dissesse que me rejeita! Mas sua clareza de idéias é uma verdadeira zona escura em meu entendimento.
Mas quem sou eu para te julgar, já que eu mesma, por mais que "conheça" o que nos "une", nunca chego a uma conclusão.
E recorro a um blog frio, como se conversasse com paredes.Alguns poderão ler estas palavras, mas talvez nunca entendam o real significado para mim.
Ainda desejo concretizar o que "vejo" nesta vida, não tenho apenas lembranças do passado, não. Meus insights se referem a este plano.
Pensei em fazer terapia de vidas passadas, para quem sabe arrancar você de mim,limpar definitivamente esta memória sua...
Cada dia você tem estado mais distante...por outro lado, como ficaria eu sem sua imagem sempre tão perto de mim?
Não relato tudo isto a fim de ser analisada, e espero mesmo que não seja.

25 de março de 2008

Amor curando feridas

Ontem tive mais uma de minhas visões. de novo se apresentou o Cigano Peter. trazia ao lado o meu amor, de cabeça baixa e com algemas nos pulsos. esse estava de cabeça baixa, sofria.
O Cigano Peter me perguntou:
- Pode tirar essas algemas dele? Fiz menção de tirar as mesmas.
Logo em seguida, Peter me deu uma verdadeira liçao de amor.
Amar é quando ambos possuem a capacidade de limpar e curar as feridas um do outro.

Seguidores