14 de abril de 2009

A renovação espiritual da humanidade está acontecendo agora


Presenciamos atualmente o nascimento de um novo mundo. A luz de uma nova esperança chega à consciência das massas, preparando todos para a união.

O ano de 2009 será repleto de desenvolvimentos estimulantes em todos os setores da vida, de modo que mudanças significativas e duradouras possam ser feitas. É aconselhável manter-se um observador(a) informado(a), sem se deixar arrastar emocionalmente pelos eventos.

Durante milênios, todas as atividades políticas e religiosas têm sido negativas e projetadas para manter a maioria das pessoas prisioneiras das sombras. Através do medo as forças controladoras manipulam as escolhas de livre-arbítrio das massas. Atualmente, muitos temem as previsões de desastres; é aconselhável, porém, ignorar tais mensagens, não entregando a elas a sua energia.

Os desastres acontecem apenas àqueles que não se alinham com a luz; quanto mais pessoas começarem a desejar um mundo de paz e harmonia, mais rapidamente as sombras se desintegrarão.

Chegou a hora de transformar o passado, incluindo experiências de relacionamentos mal entendidos. Decida simplesmente retornar à paz.

O despertar é um processo individual no qual descobrimos habilidades e valores em nós mesmos dos quais não tínhamos consciência anteriormente. Quando esses predicados são aplicados em nossas experiências diárias, ajudamos a implementar o processo de reforma. Desse modo podemos participar na promoção do progresso.

É uma questão de sintonia com as forças de orientação interiores.

Foi necessário que a humanidade passasse, no decorrer do seu processo de despertar, por um período de ´tentativa e erro`, para que pudesse aprender o discernimento. Quando a mente estiver treinada a abrir-se à voz do coração, as experiências serão bem mais criativas, espontâneas, cooperativas e emocionalmente recompensadoras. A pergunta é, então: o quanto somos livres?

O livre-arbítrio é um princípio universal. Trata-se de um conceito não muito bem compreendido. Há pouca experiência de livre-arbítrio em nosso mundo, por causa da programação cultural, pressões econômicas, rituais, hábitos, etc. Contudo, o livre-arbítrio está ao alcance de todos. Refere-se à escolha da atitude que uma pessoa assume nas experiências que atrai de momento a momento em sua vida. Por exemplo, quando algo acontece, a reação a esse evento é amplamente determinada pelo condicionamento que a pessoa recebeu e pelas características de sua personalidade, que é desenvolvida em parte por condicionamentos astrológicos, genéticos e psicológicos.

Essas energias, somadas às pressões ambientais, fazem de nós aquilo que somos, ditando as reações e as escolhas que fazemos ao nos expressarmos no que diz respeito a nossas experiências. São os condicionamentos que fazem de nós o que somos, e são os condicionamentos que escolhem por nós. Há, no entanto, uma área onde temos livre-arbítrio. Trata-se de nossa capacidade de escolher evoluir e viver uma vida livre das programações, confiando que o coração guie nosso processo de vida.

Exercitar nosso livre-arbítrio é a experiência de felicidade. Contudo, o livre-arbítrio depende do conhecimento que temos de nosso próprio poder. A felicidade depende do amor que damos e recebemos. Para conhecermos a verdade, devemos encará-la sem a interferência do filtro de nossas crenças. O que parecia impossível em nossa história, muitas vezes tornou-se possível. Nosso futuro será ainda mais surpreendente à medida que descobrirmos o pior e o melhor.

Ao tomarmos decisões baseadas no livre-arbítrio e gerenciarmos nossos próprios assuntos, poderemos atingir a maturidade espiritual e mental por nossa conta. Isto é evoluir. A evolução somente é interrompida devido à falta de desejo de unificação, à ignorância, à indiferença e ao medo.

A maioria das pessoas pensa em termos de prosperidade material e assim acumula somente objetos quando, na verdade, o que importa é nos tornarmos seres conscientes.

O objetivo é de se unir e realizar um projeto comum em que todos os povos e culturas possam, por sua vez, se unir e curar as energias sombrias que nos mantêm separados. A liberdade é construída dia após dia, à medida que nos tornamos conscientes de nós mesmos e do ambiente em que vivemos. Nossa história até aqui é de guerras entre culturas e entre pessoas, sendo as conquistas sempre em detrimento dos outros.

Muito embora cada um de nós, enquanto filho da luz, tenha muitas qualidades e capacidades potenciais, são poucos os que podem exercê-las com dignidade, devido à falta de educação útil.

A educação e as condições da vida diária, incluindo a vida animal e vegetal, são controladas pelos representantes políticos, financeiros, militares e religiosos, forçando a maioria das pessoas a se tornar escrava de um sistema cruel que oferece riqueza para poucos e pobreza para muitos.

Quando as verdadeiras regras do jogo forem conhecidas, entenderemos que não se trata absolutamente de vencermos os outros, mas sim de conquistarmos a nós mesmos. O número de pessoas que começaram a despertar cresce diariamente e intenções cooperativas amorosas mostram uma atitude diferente para com a vida. Simultaneamente, porém, um trabalho de sabotagem é conduzido inteligentemente para sufocar esse serviço amoroso dirigido aos outros.

Não é fácil exercer o livre-arbítrio, pois é pesadamente bloqueado e manipulado pelos que querem a todo custo impedir que as nações deste mundo cheguem à paz e se unam umas às outras; as sombras obtêm sua força pela sua capacidade de criar a desconfiança e o medo.

Essas energias ferem nossa verdadeira natureza.

Tornando-nos conscientes da dádiva inestimável do livre-arbítrio, somos motivados a buscar um ponto de vista alternativo, mais holístico em relação à vida, onde aprendemos a ciência da interação construtiva e, consequentemente, entendemos melhor a consciência.

Cada um de nós é convidado a participar e fazer um esforço consciente para construir o mundo que deseja. A indiferença constitui uma negação do livre-arbítrio.

Quando sabemos que somos nós a criar nossa realidade com nossas intenções e pensamentos, logo procuramos limpar aqueles pensamentos que não são saudáveis, já que eles podem, de fato, criar uma situação incômoda para nós.

Quando finalmente avançarmos para uma consciência superior, o mundo será definitivamente baseado no reconhecimento.

Robert Happé - www.roberthappe.net

12 de abril de 2009

Aprendi...William Shapeskare



“ Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi...Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.

Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.

Aprendi que perdoar exige muita prática.

Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.

Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;

Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.

Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.”

William Shakespeare

Parábola dos talentos: Rubem Alves


Havia um homem muito rico, possuidor de vastas propriedades, que era apaixonado por jardins. Os jardins ocupavam o seu pensamento o tempo todo e ele repetia sem cessar: "O mundo inteiro ainda deverá se transformar num jardim. O mundo inteiro deverá ser belo, perfumado e pacífico. O mundo inteiro ainda se transformará num lugar de felicidade." Suas terras eram uma sucessão sem fim de jardins, jardins japoneses, ingleses, italianos, jardins de ervas, franceses. Era um trabalhão cuidar dos jardins. Mas valia a pena pela alegria. O verde das folhas, o colorido das flores, as variadas simetrias das plantas, os pássaros, as borboletas, os insetos, as fontes, as frutas, o perfume...
Sozinho ele não daria conta. Por isso anunciou que precisava de jardineiros. Muitos se apresentaram e foram empregados. Aconteceu que ele precisou fazer uma longa viagem. Iria a uma terra longínqua comprar mais terras para plantar mais jardins. Assim, chamou três dos jardineiros que contratara, Paulo, Hermógenes e Boanerges e lhes disse: "Vou viajar. Ficarei muito tempo longe. E quero vocês cuidem de três dos meus jardins. Os outros, já providenciei quem cuide deles. A você, Paulo, eu entrego o cuidado do jardim japonês. Cuide bem das cerejeiras, veja que as carpas estejam sempre bem alimentadas... A você, Hermógenes, entrego o cuidado do jardim inglês, com toda a sua exuberância de flores pelas rochas... E a você, Boanerges, entrego o cuidado do jardim mineiro, com romãs, hortelãs e jasmins." Ditas essas palavras ele partiu. O Paulo ficou muito feliz e pôs-se a cuidar do jardim japonês. O Hermógenes ficou muito feliz e pôs-se a cuidar do jardim inglês. Mas o Boanerges não era jardineiro. Mentira ao se oferecer para o emprego. Quando ele viu o jardim mineiro ele disse: "Cuidar de jardins não é comigo. É trabalho demais..." Trancou então o jardim com um cadeado e o abandonou. Passados muitos dias voltou o Senhor dos Jardins, ansioso por ver os seus jardins. O Paulo, feliz, mostrou-lhe o jardim japonês, que estava muito mais bonito do que quando o recebera. O Senhor dos Jardins ficou muito feliz e sorriu. Veio o Hermógenes e lhe mostrou o jardim inglês, exuberante de flores e cores. O Senhor dos Jardins ficou muito feliz e sorriu. Aí foi a vez do Boanerges. E não havia formas de enganar.
"Ah! Senhor! Preciso confessar: não sou jardineiro. Os jardins me dão medo. Tenho medo das plantas, dos espinhos, das taturanas, das aranhas. Minhas mãos são delicadas. Não são próprias para mexer com a terra, essa coisa suja... Mas o que me assusta mesmo é o fato das plantas estarem sempre se transformando: crescem, florescem, perdem as folhas. Cuidar delas é uma trabalheira sem fim. Se estivesse no meu poder, todas as plantas e flores seriam de plástico. E a terra seria coberta com cimento, pedras e cerâmica, para evitar a sujeira. As pedras me dão tranquilidade. Elas não se mexem. Ficam onde são colocadas. Como é fácil lavá-las com esguicho e vassoura! Assim, eu não cuidei do jardim. Mas o tranquei com um cadeado, para que os traficantes e os vagabundos não o invadissem." E com estas palavras entregou ao Senhor dos Jardins a chave do cadeado. O Senhor dos Jardins ficou muito triste e disse: "Esse jardim está perdido. Deverá ser todo refeito. Paulo, Hermógenes: vocês vão ficar encarregados de cuidar desse jardim. Quem já tinha jardins ficará com mais jardins. E, quanto a você, Boanerges, respeito o seu desejo. Você não gosta de jardins. Vai ficar sem jardins. Você gosta de pedras. Pois, de hoje em diante, você irá quebrar pedras na minha pedreira..."

Rubem Alves

Voce se Sabota ? por Roberto Dantas


Muitas vezes nos damos conta de que nada dá certo para nós e, o pior, percebemos também nossa responsabilidade em tais situações. Ocorre que também nos damos conta de que apesar de termos contribuido para isso, conscientemente não o queríamos...

A pessoa que vive nesse padrão de comportamento, apesar de até ter consciência disso, não consegue mudar e se pega novamente vivendo o mesmo roteiro, sempre, e tudo dá errado. Ela não percebe mas vê o mundo sempre e somente pelo lado negativo. Chamamos isso de conduta de Fracasso ou Auto-Sabotante.

Este distúrbio de personalidade, apesar de muito comum, não é oficialmente reconhecido pois não é um distúrbio puro, ou seja, está sempre associado a vários outros distúrbios, o que dificulta sua catalogação. Quase sempre a Conduta de Auto-sabotagem está associada à ansiedade ou à inferioridade, mas nem sempre é assim, pois ela pode se manifestar em várias síndromes.

Na Conduta de Fracasso ou Auto-Sabotagem o indivíduo sempre opta pelo lado negativo das situações, mas não o faz conscientemente, pois na verdade ele vê o mundo assim mesmo e não enxerga o lado bom das coisas. Ele se acha devedor e sempre deve ser rejeitado pelos outros segundo sua visão de mundo. Muitas vezes o indivíduo acaba por provocar ressentimentos e cólera dos outros que convivem com ele, fazendo com que eles o tratem de forma negativa. Inconscientemente o indivíduo com Conduta de Fracasso sente alguma premiação, ou seja, recompensa psíquica quando os outros o tratam assim.

Um exemplo: um sujeito não cumpre os compromissos que assume com familiares. Isso faz com que os familiares briguem e o desvalorizem e assim o ciclo se fecha e ele está satisfeito psiquicamente, mesmo que se sinta desvalorizado e depressivo por isso.

Muitas vezes uma pessoa entra nessa conduta por sentimentos de culpa, agindo assim para "pagar" por alguma coisa que não deveria ter feito a outra, e se auto-culpando, acredita-se não digna de ter sucesso na vida; muitas vezes ocupa cargos abaixo de suas qualificações por não se sentir apto.

Existe também o comportamento da pessoa que estuda, estuda e nunca se acha pronto para exercer uma função. Ligada muitas vezes à timidez ou à insegurança, busca, na verdade, evitar a possibilidade de frustração, mas na prática acaba se frustrando. No mesmo exemplo pode ser também que a pessoa se sinta, no seu inconsciente, superior aos outros e evite a exposição pois esta levaria à possibilidade de provar que ela não é tão superior assim.

Muitos distúrbios de personalidade podem aparecer associados à Conduta de Fracasso como, por exemplo, as personalidades dependentes que numa perspectiva de promoção no trabalho podem sabotar-se por medo de arcar com responsbilidades. As passivo-agressivas podem atuar fracassadamente para punir um chefe que contava com ela e que ela odeia. A personalidade bordline ou limítrofe pode sabotar-se por uma súbita dúvida sobre seus desejos e uma brutal mudança de humor. A personalidade evitante pode pôr tudo a perder por simples medo de que se exponha mais às pessoas ou às responsabilidades no novo cargo.

Outro exemplo brutal é o caso de mulheres que apanham do marido e por uma dependência associada, não conseguem abandoná-lo. Ou estas mesmas mulheres que se tornam inválidas por estresse ansioso-traumático inerente a tal situação e que as torna passivas sem tomar uma iniciativa.

O tratamento de tal distúrbio deve ser acompanhado por um profissional psicanalista, pois trata-se de conflitos emocionais e psíquicos inconscientes que geram tais comportamentos e, não raro, estão associados a estados mazoquistas. Outra característica que exige um tratamento de fundo psicanalítico é o de Conduta de Auto-Sabotagem estar associada a um componente auto-imune chamado de componente auto-resistente, tornando o caso difícil e impossível de ser tratado com qualquer outra técnica que vá pelo consciente.

Discute-se muito sobre a denominação correta, se seria Conduta de Fracasso ou Comportamento de Fracasso, mas acredito que a denominação popular "Auto-Sabotagem" já descreve bem a situação.

Se você tem tais sintomas, reconhece-se nestas situações ou convive com alguém assim, procure um especialista para iniciar um processo terapêutico, pois o sofrimento psíquico que o indivíduo vive na conduta de fracasso é "des-humano". Mas é possível através de uma análise pessoal entender as causas e fazer mudanças no nosso inconsciente profundo, que se manifestará no comportamento de forma natural, ou seja, através da psicanálise realiza-se uma "reforma íntima" e assim, realizamos a cura "de dentro pra fora".

Roberto Dantas é psicanalista clínico, psicoterapeuta e terapeuta em regressão
contatos com o autor : fones: 11-4107.9765 celular : 7459.7167
email: roberto@mx8.com.br site : www.psicanalistaroberto.clic3.net

A renovação da águia; parábola


(O VÔO DA ÁGUIA - Na decisão de uma ave, um ensinamento para nós)

A águia, a ave que possui a maior longevidade da espécie, chega a viver a 70 anos.

Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria decisão.

Aos 40 anos, está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva, apontando contra o peito. As asas estão envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer... ou ... enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, sem contar a dor que terá que suportar.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então, mais 30 anos.

Em nossa vida, muitas vezes temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, e outras tradições que nos causam dor.

Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

Pense nisso!

Autor Desconhecido

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